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 https://newspiaui.com/2025/12/31/um-pretexto-para-o-fim-comeco-de-ano/
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  A ENORME CATERPILLAR da MINA de OPALA BOI MORTO (*) ( Ernâni Getirana ) Sindô nem pôde acreditar quando avistou aquilo. Certo que fazia mais ou menos um mês que não dava as caras para as bandas da mina Boi Morto, mas aquilo era demais. Como o bicho homem era capaz de fazer aquilo tudo, como? Ele já tinha visto numas revistas que Mr. Freak Lee trouxera da Austrália. Ali havia muitas fotos daquelas coisas, mas ele nunca nem sonhara em ver uma de perto. Não resistiu e tão logo o jeep com Dr. Nilson parou, o menino pulou para o chão e correu para perto da enorme escavadeira e passou a mão bem devagar com um riso solto no rosto como a certificar-se de que aquilo era mesmo real. O toque afastou a cobertura de pó avermelhado e, então, o aço da máquina deixou o observador admiradíssimo. Dr. Nilson Lacerda, depois de desligar o carro, tratou logo de carregar sua inseparável bolsa de couro a tiracolo e mais uns mapas, binóculo dependurado no pescoço e outas coisas mais. Ao mesmo tempo Mr...
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  farra noturna (Ernâni Getirana) Eu sou o anjo negro, Inequívoco semeador do horror. Eu sou o estrangulador De sonhos. Sou aquele que vai te esfolar vivo Regando teus últimos instantes de vida Com teu próprio sangue sangrado De tuas veias abertas por minha adaga de prata. Eu sou aquele que te ata à cruz invertida, Que te desossa os membros e os arremessa Aos abutres. Sou o que te impulsiona para o abismo Para tomares absinto e olhares as últimas estrelas Cadentes nessa tua vida de miséria e dor Sou o golpe de misericórdia Que te decepa a cabeça Que rolando pelo cadafalso, Separada do corpo ainda pensa: - Por quê? Por quê? Por quê?

PROGRAMA PEDRO II DE RIQUEZAS - APRESENTAÇÃO ZAEL SOUZA E LETY NEVES - ...

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I SALIP2 2016 escritora convidda Letícia Wierzchowski, escritor homenageado Ernâni Getirana

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  E O POETA CHEGOU À ACADEMIA, VIVA SUA POESIA ! Piauiense de Angical, 1943, o poeta Climério Ferreira foi eleito no dia 9 de abril do Ano da Graça do Senhor de 2022 para ocupar a cadeira de número 36 na Academia Piauiense de Letras, cujo antecessor imediato foi o escritor Assis Brasil (1929-2011). Climério está na estrada da poesia desde 1975, e lá se vão quarenta e sete anos, quinze livros e mais de cem letras de canções espargidas aos quatro cantos do Brasil por grandes nomes da Música Popular Brasileira. Como se sabe, nos anos setenta, Climério, juntamente com seus outros dois irmãos, Clodo e Clésio (já falecido), formaram um trio, o ‘São Piauí’, cujas canções são ainda hoje cultuadas. Ao lançar dois livros em 2021, “Canções de Amor & Desespero” (Caravana Editorial, Belo Horizonte) e A Música Imóvel do Tempo (Fundação Quixote, Teresina), disse, ao falar de sua maneira de poetar: “Moro perto de ônibus, então vejo as coisas. Ou coisas que lembro, histórias, lembranças, o...